Como me vejo?

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A imagem acima suscita em nós algumas questões…

1º O gato, apesar de sua frágil aparência, é na verdade um grande leão;

2º O gato se acovarda, pois mesmo tendo um leão dentro de si, aparenta ser um simples felino;

3º O gato está tomado pela arrogância de ser ver de uma forma que, de fato, não é.

Assim é nossa personalidade, irmãos.

Como na primeira reflexão, somos marcados pela humildade de ser e poder muito, mas não precisar provar nada a ninguém. Seguimos à risca o que nos ensinou nosso Senhor: que a tua mão direita não saiba o que fez a esquerda, ou seja, não precisamos dar publicidade a nossas ações com a finalidade de, por elas, recebermos glória.

Na segunda interpretação, temos um exemplo de quem limita todo o seu potencial, deixando que o tempo e o vento levem suas vidas. Somos incapazes de marcar nossa geração e nossa história pessoal a partir de nossa interação com o mundo.

Por fim, a terceira possibilidade. Somos tentados a ser aquilo que querem que sejamos, ou aquilo que compramos como ideologia, mas que não reflete o nosso interior. São as modas que ditam nosso modo de ser, pensar e agir.

Busquemos, irmãos, a coerência de ser aquilo que nosso Deus sonhou conosco desde antes de nosso nascimento.

Paz e Misericórdia.

 Ir. Diogo, Consagrado da comunidade de Aliança

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